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Painel AIA

Acompanhe, administre e comande o Claude Code neste servidor.

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Regras básicas de inicialização de projeto

Projetos

git é um repositório
●N N arquivo(s) não commitado(s)
↑N N commit(s) não enviado(s) ao GitHub
sem push a branch nunca foi enviada
N rodando execuções ativas · sem selo = sincronizado
0projetos
0rodando

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ramo —
O que mudou
escolha um arquivo ou um commit

          

História

Onde os arquivos deste projeto moram fora daqui. O servidor se cadastra uma vez no painel — no botão Servidores aqui do lado — e aqui se diz em que subpasta dele este projeto entra, e por qual URL ele aparece depois.

envio

        

As máquinas para onde este painel pode levar arquivos. Cadastrar um servidor é dizer onde ele pode escrever e com que credencial — por isso é coisa de admin.

Onde cada projeto está publicado

Arquivar nunca apagou nada: a pasta sai de /projetosAIA e vai inteira para .arquivados, com a data no nome. Restaurar a traz de volta com o nome original — junto com o histórico, o aprendizado e as conversas dela.

Estar logado no painel não dá acesso a este projeto: quem não está nesta lista não o vê. O dono nasce com todos os direitos — e eles podem ser tirados dele ou passados a outra pessoa.

Qualquer endereço http/https: uma aplicação do projeto, um painel da casa, ou um site de fora.

Os servidores deste projeto — homologação, produção, banco — com o que é preciso para acessar, conectar e administrar: função, endereço, acesso SSH e as relações entre eles. Cadastrar aqui é o que enche o seletor do console, para rodar comando e reiniciar cada máquina.

Cada linha é um fato: quem, quando, de onde, em que projeto e o que aconteceu com o pedido. Escrita nenhuma passa em branco — nem as recusadas. Senha, token e chave nunca entram aqui.

A Interface recebe e audita toda ação dos agentes que passa pelo painel (exec, segredo, github, console, git, criação…). Aqui ela aparece ao vivo, de todos os projetos — atualiza a cada 5 s. Linhas em vermelho falharam ou foram recusadas.

As credenciais de acesso (logins, senhas, chaves SSH) vivem no .painel/ de cada projeto. Aqui é a visão central e o backup: o que, perdido, tranca o acesso a tudo.

🔒 Backup cifrado (seguro para o GitHub)
Cifra tudo (AES-256) com a sua palavra-chave e salva num repo privado dedicado — além de baixar o arquivo. Sem a palavra-chave ninguém abre, nem quem tiver o repo. Guarde a palavra-chave à parte (perdê-la = perder o backup).
⚠ O navegador vai oferecer para salvar esta palavra-chave. Se você aceitar, ela fica no gerenciador de senhas dele — não aqui. Isso tem os dois lados: quem abrir o seu perfil do navegador a tem, e, se a sincronização estiver ligada, ela sai desta máquina. Por outro lado, é onde procurar as palavras-chave dos backups antigos: about:logins no Firefox, filtrando por este endereço. As que não tiverem usuário aparecem como «Sem nome de usuário» com a data em que foram salvas.
Planilha das credenciais
Uma linha por credencial: máquina ou serviço, usuário, tipo, o valor, onde usa, origem, conferida em, última troca, e a coluna vazia «trocar?» para você marcar. Não entram chaves SSH privadas nem credenciais de recuperação — a primeira ninguém digita, e a segunda o painel registra que existe e nunca o valor.
Para abrir o arquivo cifrado você precisa do 7-Zip (gratuito, 7-zip.org): botão direito no arquivo → 7-Zip → Extrair aqui → digite a palavra-chave. O descompactador que já vem no Windows não entende AES-256 e falha dizendo «não foi possível criar o arquivo de destino» — o arquivo está bom, o programa é que não dá conta. O inventário sem senhas, ao lado, abre direto no Excel.

A chave SSH deste servidor move código; ela não cria repositório. Para o painel abrir um repositório no GitHub ao criar cada projeto, ele precisa de um token pessoal com escopo repo. É uma credencial da conta inteira — por isso mora aqui, com o superadmin, e nunca sai desta tela.

Crie em github.com → Settings → Developer settings → Personal access tokens. Um fine-grained com permissão de criar repositórios, ou um classic com o escopo repo. Guarde-o num gerenciador: o GitHub só o mostra uma vez.

Pontos de retorno

O disco inteiro do painel guardado num instante — inclusive arquivo ainda não commitado. Abra um antes de qualquer alteração: voltar para ele não perde nada, porque o estado de agora vira outro ponto de retorno antes da volta.

Quem entra no painel manda o Claude executar comandos neste servidor. Ninguém escolhe a senha de ninguém: todo acesso começa — e todo esquecimento termina — num link de uso único enviado por email.

>_ console

        
$
Conversa

Novo projeto

letras, números, ponto, hífen e _ — vira /projetosAIA/<nome>
Fica registrado em REQUISITOS.md para o agente construir o painel. A credencial deploy (acesso total) vai para o Cofre.
vira uma máquina na aba Máquinas deste projeto — depois dá para completar (senha, chave, URL).
traz o repositório inteiro, com histórico e branches, e conecta o origin. As diretrizes da casa entram depois do clone, sem reescrever nada que o projeto já tenha. Repositório privado precisa da chave do painel autorizada na conta — a mesma que já publica os outros.
copia o conteúdo (rsync) para a aba Arquivos, sem .git nem .painel. Precisa da chave do painel autorizada na origem, se for remoto.

Nova máquina

Cadastre aqui um servidor (uma máquina) que faz parte deste projeto — onde ele roda, como se entra nele, e o que é preciso para administrá-lo. Só o Nome é obrigatório; o resto você preenche conforme souber, e pode voltar e completar depois.

1 · Identificação
Como você chama esta máquina. Ex.: “homologação”, “produção do site”.
Para que ela serve — testes (homologação) ou o site no ar (produção)?
O que é o aparelho — servidor, Proxmox, MikroTik, pfSense, storage, LTO… Organiza a gestão da rede por tipo.
2 · Como o painel entra nela (acesso SSH) SSH é o jeito seguro de o painel entrar na máquina pela rede para rodar comandos. Preencha se quiser que o painel a acesse.
O IP ou o domínio da máquina. Ex.: 192.168.70.20 ou site.exemplo.com.br.
O nome com que se entra na máquina. Ex.: deploy, root, ubuntu.
Quase sempre 22. Só mude se alguém te disse outra.
Só preencha se esta máquina não é acessível direto — só passando por outra. Coloque a do meio, no formato usuário@endereço.
3 · Tamanho da máquina (opcional — anotação, e usado quando o painel cria uma cópia dela)
Quantos núcleos de processador. Ex.: 8.
Quanta memória. Ex.: 15 GB.
Tamanho do disco. Ex.: 96 GB SSD.
4 · Credenciais (guardadas em segredo e incluídas no Cofre/backup; ninguém as vê na tela sem pedir)
A senha de login, se houver. Guardada cifrada e no Cofre (backup). Digite outra aqui para trocá-la — ao salvar, vai para o Cofre automaticamente. Depois de cadastrar, dá para o painel usá-la uma vez para instalar uma chave (botão “Instalar chave”) e então apagá-la.
  1. Deixe em branco (recomendado). Salve e use “Instalar chave”: o painel usa a senha uma vez e instala a chave pública dele no authorized_keys da máquina. A privada do painel nunca sai daqui.
  2. Chave exclusiva desta máquina — ao editá-la depois, um clique gera o par no servidor; só a pública sai, para você autorizar no destino. Se ela vazar, o estrago para nesta máquina.
  3. Colar uma chave privada que já existe — só quando a máquina veio com uma chave de fora (.pem de nuvem, chave entregue por um cliente). É o único caso em que o painel não tem como gerar a dele.
Fica só no servidor (cifrada, 600, backup no Cofre) e nunca volta à tela. Lembre que colar aqui copia a credencial: se essa mesma chave abre outras máquinas, o alcance dela passa a incluir o painel.
5 · Anotações (opcional, mas ajudam quem vier depois)
Se a máquina tem um painel web ou app, o endereço dele. Vira um link clicável na lista. Em uma frase: quem é quem. Ex.: “é a produção; recebe as atualizações da homologação”. Qualquer coisa que a próxima pessoa (ou você daqui a um mês) precisa saber para operar. No diagrama unifilar, de que aparelho este pendura. Vazio: o painel infere pela sub-rede.
6 · Criação automática (avançado — só se o painel for CRIAR esta máquina do zero)

O painel não cria máquinas sozinho — ele manda o comando para um servidor que sabe criar (um Proxmox, um libvirt, uma nuvem). Você escreve esse comando uma vez; o painel o roda com os dados desta máquina no lugar das palavras $PAINEL_NOME, $PAINEL_CPU, $PAINEL_RAM, $PAINEL_DISCO, $PAINEL_ENDERECO. Se não vai criar nada por aqui, ignore esta seção.

A máquina que sabe criar VMs (ex.: o servidor Proxmox). Precisa estar cadastrada aqui e o painel ter acesso a ela. A “receita” de criar a máquina no seu ambiente. Se não sabe qual é, pergunte a quem cuida do Proxmox/servidor — ou me peça que eu monto.
Só se o comando acima precisar de um token/senha para autenticar. Fica guardado cifrado.

Mapa do projeto

100%

🏢 Estrutura

100%

❓ Ajuda — o que cada função faz

Cada item diz o que a função faz e o seu limite (o que ela não faz, ou o cuidado). Use a busca acima. As áreas em cinza (Cofre, GitHub, Estrutura…) só aparecem para quem administra o painel.

📊 Acompanhamento das propostas

Conta o que tem prova no disco: sugestão absorvida ou aceita, pendência respondida. «Em análise» não é estado — é promessa, e promessa não entra em placar.

⏱ Janela de restart

O restart é anunciado antes: quem está trabalhando recebe a hora marcada, fecha o que está na mão e pode pedir mais tempo. No fim do prazo o painel reinicia sozinho — o relógio corre no servidor, então fechar esta aba não cancela nada (cancelar é o botão abaixo).

⟳ Reiniciar servidores

Marque os equipamentos e clique em «Reiniciar selecionados». Há uma reconfirmação antes de disparar.
⚠ Um dos equipamentos é o próprio host do painel. Reiniciá-lo derruba o painel e esta sessão — só marque se for mesmo a intenção.

🔌 Reconectar o agente

🔑 Segredos do projeto

🔒 O valor vai por este formulário direto ao Cofre do projeto (cifrado, 600) — não passa pela conversa nem em log, e nunca volta à tela (só sob «Revelar», auditado). O app usa via painelctl segredo get <NOME> / .env. Depois, faça ⋮ → Cofre → Salvar para ele entrar no backup cifrado.

📋 Importar equipamentos em lote

🔒 Seguro: o que você cola aqui vai por este formulário direto ao cofre do painel (arquivo cifrado, 600) — não passa pela conversa nem aparece em log. Login e senha podem vir na tabela. Reimportar o mesmo endereço atualiza, não duplica.
Cole uma tabela com cabeçalho na 1ª linha (nomes das colunas) e um equipamento por linha. Separador: TAB (colar de planilha), |, ; ou ,. Colunas aceitas: nome, endereco/ip (obrigatória), tipo, usuario, senha, chave, salto, site, uplink, funcao, porta, observacoes.
ou cole a tabela abaixo (copiar do Excel/planilha cola como TAB e já funciona)

🔎 Descoberta de rede

💾 Backup

📁 Pastas e arquivos — salvar pastas escolhidas, e procurar dentro de um backup

O que é um backup, e o que esta tela faz

Um backup é uma cópia guardada em outro lugar. Se a máquina pegar fogo, for roubada ou alguém apagar um arquivo por engano, é dessa cópia que as coisas voltam. Guardar a cópia no mesmo equipamento não é backup — é cópia: o acidente leva os dois juntos. Por isso esta tela avisa quando encontra isso.

Esta tela não pergunta «o backup rodou?». Ela pergunta «o que ficou de fora?». É uma diferença que importa: um backup agendado que funciona há meses pode nunca ter incluído a máquina que entrou depois — e tudo parece verde até o dia em que se precisa dela.

Nada aqui vem de cadastro. Cada vez que a tela abre, o painel pergunta às máquinas de verdade. Se alguém desligou um trabalho ontem pelo Proxmox, aparece aqui hoje.

As palavras que aparecem

  • VM — uma máquina virtual: um computador inteiro que roda dentro de outro. Cada VM tem um número (o «VMID») e um nome.
  • Hipervisor — o computador de verdade que hospeda as VMs. Aqui são o Inspur, os dois Dell R370 e os dois HP.
  • Trabalho (job) — a programação que diz «faça backup destas máquinas, neste dia e hora, para este lugar».
  • Destino — onde a cópia é guardada. O bom é um servidor separado (aqui, um «PBS»). O ruim é o próprio equipamento.
  • Snapshot — uma cópia de um momento. «Restaurar o snapshot de terça» é voltar a como estava na terça.
  • Datastore — o depósito dentro do servidor de backup, onde os snapshots ficam.
  • Namespace — uma gaveta dentro do depósito. Existe porque duas máquinas diferentes podem ter o mesmo número: a VM 100 de um servidor e a VM 100 de outro. Sem gavetas separadas, uma escreveria por cima da outra.
  • Fita (LTO) — cartucho magnético. Guarda muito, custa pouco, dura décadas e pode sair do prédio. É lenta: serve para arquivo, não para o dia a dia.
  • Pool de mídia — o conjunto de fitas que o sistema usa, com a regra de quando começar um conjunto novo e se pode reaproveitar fita.
  • Coleta de lixo — faxina no depósito. Apaga só pedaços que nenhum backup usa mais. Não apaga backup.

As faixas coloridas, de cima

Vermelha — precisa de atenção. Ou uma máquina não entra em trabalho nenhum (não existe cópia dela), ou um trabalho aponta para um destino que não existe mais (ele falha toda semana, e o e-mail de falha vira paisagem).

Amarela — vale olhar. Um trabalho desligado (continua listado, com horário e tudo, e parece que está cobrindo), ou um trabalho que grava no próprio equipamento.

Verde — nenhuma máquina ficou fora.

Máquina desligada continua contando como falta, de propósito: uma máquina parada e sem cópia é exatamente o que alguém pode precisar recuperar um dia. Já os templates (o molde de onde as VMs novas nascem) não contam — aparecem à parte, porque não precisam de backup.

Os botões, e o que cada um NÃO faz

  • Ligar / Desligar o trabalho — liga ou para a programação. Desligar não apaga nada do que já foi guardado.
  • Rodar agora — faz uma cópia desta máquina neste instante, para o destino escolhido. Não cria agendamento — é uma vez só. A máquina continua ligada e funcionando durante a cópia.
  • Gravar em fita agora — adianta a gravação do que já está no depósito. Ocupa um gravador por horas.
  • Rodar coleta de lixo — libera espaço apagando pedaços que nenhum backup usa. Não remove backup.
  • Salvar estas pastas agora — guarda as pastas que você listou. Acrescenta uma cópia nova; não apaga nem sobrescreve o que já existe.
  • Ver o que há aqui dentro — abre um backup e mostra os arquivos. Só lê: não liga a VM, não altera a máquina e não restaura nada.
  • ⚙ Ajustar — abre a ficha do trabalho para mudar periodicidade, destino, modo e quais máquinas ele cobre. Abrir não muda nada. Não apaga nem move nenhuma cópia já feita: muda só o agendamento daqui para a frente.

Aposentar uma máquina virtual

Arquivar tira a máquina do painel; não tira do disco. Uma VM parada continua com os discos dela alocados no hipervisor — e é isso que acaba com o espaço. Aposentar é o caminho que devolve o espaço: tira do ferro, guardando antes.

É a única ação do painel que faz uma máquina deixar de existir, então não é um botão — é um caminho com portas, e cada uma só abre com a anterior fechada:

  1. Estar desligada. Não se aposenta quem está trabalhando, e o painel não desliga a VM para poder aposentá-la: quem desliga é quem usa.
  2. Ter cópia guardada e conferida. O painel pergunta ao destino de backup quantas cópias daquela VM existem — não acredita na tela nem no «acho que tem». Se não houver, ele oferece fazer a cópia de despedida ali mesmo.
  3. Confirmação escrita. Digitar o nome da VM. Não é burocracia: é o intervalo entre querer e fazer, que é onde o engano aparece.
  4. Remover do hipervisor. Aí sim, e o espaço volta na hora.

Depois disso, o que resta da máquina é a cópia no backup — que continua no datastore e vai para a fita pelo plano semanal, custando disco barato em vez de disco de produção. A remoção não tem volta, e por isso exige a função «Aposentar máquina virtual», que é própria e irreversível. Tudo o que acontece fica na auditoria e no dossiê do hipervisor: o que foi removido, quantas cópias existiam, e quanto espaço voltou.

Ajustar um trabalho — periodicidade, destino, modo

É o único botão desta tela que altera alguma coisa em vez de acrescentar (ligar e desligar mudam só o liga-desliga). Por isso ele tem duas etapas: «Ver o que muda» mostra o de-para campo a campo, sem tocar em nada, e só «Aplicar no hipervisor» grava. Quem aplicou e o que mudou ficam na auditoria e no dossiê da máquina.

  • Periodicidade — 01:30 é todo dia a essa hora; sat 22:00 é só no sábado; mon..fri 03:00 é nos dias úteis; 06:00,18:00 é duas vezes por dia. O painel confere o que você escreveu e recusa o que não souber conferir, em vez de mandar para o hipervisor e o erro aparecer às 3 da manhã.
  • Destino — é uma lista, e não um campo livre: só aparecem os destinos que existem naquele hipervisor. É a correção direta do aviso «destino não existe» — um trabalho apontando para um depósito que sumiu falha toda semana e parece estar cobrindo.
  • Modo — snapshot não para a máquina (é o normal); suspend pausa durante a cópia; stop desliga e liga de volta.
  • Máquinas — os VMIDs cobertos, separados por vírgula. Escolher máquinas faz o trabalho deixar de ser «todas as VMs», e a tela mostra isso com todas as letras antes de aplicar. Deixe em branco para não mexer. Para parar de salvar, o caminho é desligar o trabalho — assim o que já foi guardado continua lá.

Um trabalho de fita (no PBS) ainda não se ajusta por aqui: o que esta ficha mexe é no agendamento do hipervisor.

Todo botão desta tela acrescenta. Nenhum deles apaga backup nem escreve por cima de uma máquina em funcionamento. Isso é uma escolha, não um acaso.

O que esta tela de propósito NÃO faz

Restaurar uma máquina inteira por cima da que está rodando. Um restore trocado é pior que não ter backup: ele destrói o que estava lá com a aparência de estar consertando. E é fácil trocar, porque a mesma VM 100 existe em mais de um servidor. Quando isso existir aqui, virá com permissão própria, escolha explícita de para onde vai, e confirmação escrita.

Podar (apagar snapshots antigos). É a única forma de perder backup por engano de clique.

Enquanto isso, as duas coisas continuam possíveis pela tela do Proxmox, por quem souber o que está fazendo.

Salvar pastas, e achar um arquivo depois

Há dois tipos de cópia, e servem a coisas diferentes:

  • Backup de VM — o computador inteiro. Serve para voltar tudo.
  • Backup de pastas — só o que você escolher (por exemplo /etc e /var/www). Serve para o que muda muito e importa muito.

Para salvar pastas, preencha o servidor, o endereço do depósito e liste as pastas — uma por linha, sempre começando com barra (/etc, e não etc). O painel confere cada caminho antes de fazer qualquer coisa, e recusa com explicação se algo estiver errado.

Para achar um arquivo, informe o backup (snapshot) e a pasta, e clique em «Ver o que há aqui dentro». Clicando numa pasta, você entra nela. É como abrir uma foto antiga do disco — a máquina de hoje não é tocada.

Cuidados que valem a pena

  • Backup que ninguém testou não é backup. Abrir um backup e olhar dentro (o botão «Ver o que há aqui dentro») é a forma barata de confirmar que ele existe de verdade.
  • Espaço acaba. Se o depósito encher, os backups param — e param em silêncio. Vale olhar a porcentagem de uso de vez em quando.
  • Rodar agora numa máquina grande demora e consome rede. Fora do horário é melhor.
  • Fita é lenta e exclusiva. Gravar ocupa um gravador por horas.
  • Senha nenhuma aparece na tela nem fica no comando. Elas vêm do Cofre e viajam por um canal separado. Por isso a tela pede o nome do segredo, e não a senha.
🎞 Fitas — agendamento, rodízio e o carregador
🗂 Índice das cópias — onde está cada VM, e em qual fita

🔔 Caixa do operador

💡 Sugestões dos agentes

📊 Capacidade dos hipervisores

🔌 Serviços da casa

📚 Biblioteca

🧬 O mesmo equipamento em vários lugares

🧭 Catálogo de equipamentos

Máquina

Renomear projeto

Muda o nome da pasta em /projetosAIA. A conversa e o console abertos são encerrados (guardam o caminho antigo); o histórico, a equipe e o git vão junto. Endereços salvos para /p/<nome> mudam.

letras, números, ponto, hífen e _ — máx. 64

Novo usuário

É o login, e é para onde vai o link de primeiro acesso.

Cadastrar agente

O painel executa o programa que você indicar aqui, na pasta do projeto. Confira a linha de comando na documentação do CLI: cada um muda de opção com o tempo.

minúsculas, números, ponto, hífen e _ — não muda depois só o comando ou o caminho — os argumentos vão no campo abaixo um argumento por linha. {prompt} é obrigatório; {modelo} vira o modelo escolhido os nomes que este CLI lê para se autenticar — o valor de cada um se cadastra depois, no botão Chaves

Chaves de API

Ficam no servidor, em .painel/chaves.json, e entram só no processo deste agente. Sem chave cadastrada ele usa a assinatura de quem fez login pelo terminal — cadastre só se quiser pagar por API.

Cadastrar servidor

Uma máquina (ou uma pasta de rede) para onde este painel pode levar os arquivos de um projeto.

minúsculas, números, ponto, hífen e _ — não muda depois
o teto: nenhum projeto escreve fora dela

Novo destino

o painel salva tudo num commit e manda para este ramo
separado por vírgula — estado do painel, git e caches ficam de fora

📦 Subir pacote cifrado para o Cofre

🔒 O arquivo é decifrado neste servidor, o conteúdo vai para o cofre do projeto que você escolher, e o que foi decifrado é apagado em seguida. A senha atravessa este envio e não fica guardada em lugar nenhum.
Chave SSH e cofre exportado vão sempre para a Estrutura, mesmo que você escolha um projeto: chave abre máquina, e máquina é da casa.

Convidar para

Se essa pessoa já entra no painel, ela recebe o endereço do projeto. Se ainda não entra, recebe também o link para definir a senha dela — e criar acesso a este servidor é alçada de administrador.

Link de acesso